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Thu, Apr. 24th, 2008, 08:22 pm
SAÚDE DO PARÁ: ASSIM NÃO DÁ...

Photobucket XINGA, GORILA

XINGAMENTO

LOBO MAU 




SAÚDE DO PARÁ: ASSIM NÃO DÁ...

Enquanto a Secretaria de Saúde do Estado do Pará (SESPA)

tem doado um bando de Unidades Móveis para o interior,

lá no Almoxarifado Central, um fato está causando furor.


As doações das Unidades Móveis de Saúde do Estado
têm ações de “fraternidades”, de “puras benevolências”, com a vizinhança. Por outro lado, nenhum(a) doador(a) da SESPA abdica de imprudências, lambanças e hipocrisias contra um bocado de trabalhador em situação crítica, numas penitências, sem esperanças de melhorias, na capital. Eis um fator de erro, considerado fatal, merecedor de desterro, se levado a um tribunal: duas unidades de oftalmologia, as quais eram do programa GT UNIDADES MÓVEIS (“Presença Morta”) foram doadas para Marabá. Quem pensa e se importa em conservar os bens estaduais, haverá de saber evitar outras doações, antes que seja tarde demais. Há uma articulação patética e infeliz sendo feita para que as Unidades de Clínica Médica e de Raios X, sejam levadas de Belém para duas cidades, sendo uma delas Santarém...

COTOCO SIMIESCO



As doações das unidades oftalmológicas
, desprovidas de ações lógicas, já foram feitas para Marabá. Uma ficou estacionada numa “cooperativa” e outra permanece inativa no hospital. Por iniciativa da “coordenação estadual”, os transportes foram realizados “na calada da noite”, bem tarde, de madrugada, zuniu pela estrada, como um açoite covarde nos funcionários lotados no tal Programa GT UNIDADES MÓVEIS (“Presença Morta”) e deixou confirmado os engodos dos mandatários empolgados com a fama de “doadores”, cujas falsidades só causam descrença e revolta à todos os trabalhadores.

BRABO

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Será que nenhum deputado se manifesta? Quem há de manter o que resta do patrimônio, comprado do governo italiano, durante o “destronado império tucano”??? Os veículos foram caríssimos. Porém, alguns ridículos e “ilustríssimos” coordenadores da SESPA, abusando das vaidades, vêm bancando os “doadores” das importadas unidades que, embora avariadas, estão avaliadas em um “montão de reais”. A questão é: existem respaldos legais para que as unidades sejam doadas para outras cidades, ao invés de serem reformadas?

ÁGUA DA FONTE

A governadora sabe disso?
Se não sabia, então, fique sabendo e evite que a ação “doadora” venha se transformar num triste rebuliço. Ou será que partiu do “poder” dela a indevida determinação para “acender o pavio da querela” da referida doação? Caso seja isso mesmo, sua excelência irá se “queimar” na peleja e sofrerá a esmo, sem a clemência de quem a julgar. Nem a COSANPA, tão criticada, por manter a “tampa fechada”, terá água para apagar o “fogaréu” provocado pelo escarcéu de quem tem doado as Unidades Móveis de Saúde do Estado. Nem a propósito, enquanto a SESPA tem beneficiado o interior, no depósito de medicamentos (Almoxarifado Central) um fato vem prejudicando um trabalhador, sem complementação salarial. 
macaquinhos

O Almoxarifado Central da SESPA tem merecido somente um pequeno toque, a ser seguido de um pleno enfoque, futuramente... Existe por lá alguém que insiste em criticar covardemente quem escreve e publica, sem se tornar subserviente a quem futrica... Vem se acumulando no tal setor da SESPA várias “chefias”, uma das quais se “encrespa”, não alisa, e critica, com prosas sectárias e vazias, o trabalhador que analisa o patamar da real denúncia, antes de publicar, com minúcia, um devido fato pertinente, a fim de desmascarar a astúcia do desacato proferido covardemente... No momento, está sendo “checada” a polêmica que vigora na distribuição de medicamento que (não) há por lá... Agora, será publicada uma informação bem respaldada na saga da chefia de transportes, no almoxarifado de medicamentos, que amarga a alegoria de uma calote considerado violento.




A atual chefia de transportes, localizada no Almoxarifado Central da SESPA, está sendo exercida pelo “escravizado” funcionário Alisson, o qual não recebe a devida remuneração do Estado. O salário bom (DAS) do servidor citado, há nove meses ou mais, permanece lá com a chefia da Divisão de Serviços Gerais. É uma situação de desacato confirmado alguém exercer um cargo de direção, sem receber pelo ato. Até a chefia de transportes (quem diria?) tem a “sorte” de receber um calote, igual ao que recebeu a Empresa de Correios, razão pela qual resolveu dar uns “freios” no contrato de transporte para o Almoxarifado Central, onde a carga de medicamento transportada de São Paulo, era deixada, antes de a tal empresa ser caloteada pela SESPA, a dita cuja “doadora” das Unidades, doadas como um “favor”, para outras cidades do interior... “Eita Pará pai d’égua... Fecha a conta e passa a régua...”.


 




LINGUADA

Paulo Marcelo Braga

Belém, 22/04/2008



 




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