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Sat, Aug. 30th, 2008, 01:08 am
AS CRISES NA SANTA CASA E NOS PRONTOS-SOCORROS DE BELÉM

AS CRISES NA SANTA CASA E NOS PRONTOS-SOCORROS DE BELÉM

“As coisas não são bem assim...”. (Raul Seixas).

 “Voltamos a viver como há dez anos atrás...”. (Renato Russo).

“Meu partido é um coração partido”. (Cazuza).

O PRETÉRITO IMPERFEITO da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará poderia gerar um inquérito que seria desfeito pela ação de quem atrasa a legislação, ao acatar o mérito sem efeito da publicação irresponsável que está a se refugiar sob a “túnica forense maleável”. A situação da saúde pública paraense é lamentável e está sendo vitimada, há mais de dez anos, por uma atuação que tem sido rude, rústica, circense, ou seja: um revés, promovido por alguns boçais e insanos gestores, cheios de maus adjetivos, prejudiciais aos erários do município e do Estado. Nessa peleja sem princípio, o povo adoentado anseia por receber incentivos solidários de quem está no “poder”, sem ter liderança, nem saber como proceder para vir a ser capaz de ver o estorvo (recheado da lambança de quem faz “oposições banais”) perder a esperança de fazer umas “acusações internacionais”. O atual (des)governo do Estado adotou o mau exemplo do passado e merece ser criticado para se desfazer do show de irresponsabilidade com que tem (des)governado, no templo onde vive ajoelhado, atrás de criatividade, mas não tem rezado, em prol da comunidade. Resultado: o estorvo do presente arremeda o passado e o povo doente se queda desamparado.

A INTERVENÇÃO GOVERNISTA poderá conter a ação golpista e o “poder” de uma oposição oportunista. No Pará, alguns politiqueiros saciados com as degustações das “pizzas”, que cada CPI do corporativista congresso comemora, fazem acusações parciais, esquecem que são os primeiros a deixarem os eleitores indignados e, agora, repreendem com prazer “as situações atuais da Santa Casa”. Mas, se eles não entendem nem da lista do retrocesso existente desde outrora iniciado, seria prudente devolverem os recursos que foram embora Estado. Poderá acontecer algum benefício, após o sacrifício de usuários e trabalhadores do SUS, vitimados por triviais mandatários que os tem condenado à “cruz”, se o Estado do Pará e o município de Belém combaterem juntos quem está promovendo dissimulados e repelentes insultos aos injustiçados pacientes e aos funcionários públicos municipais e estaduais. Algumas prefeituras do interior abusam demais, promovendo amarguras ao povo trabalhador, sobrecarregando os que não estão se recusando a atender quem está sofrendo, internando, na Santa Casa e nos lotados corredores dos prontos-socorros municipais, adoentados interioranos que vivem sendo maltratados por nocivas ações de insanos alcaides, por maus gestores da verba da saúde em suas respectivas cidades. As intervenções do governo do Estado nos locais em que as utilizações das verbas têm se desviado das suas funções reais em benefício da saúde pública poderia ser o início do fim de uma atitude rústica de omissos alcaides, com poses de “príncipes”, sem os compromissos de cuidarem das enfermidades dos munícipes, ao abusarem dos rebuliços das impunidades.      

A INTENÇÃO DA QUERELA deve ser bem revista. A lotação de cada pronto-socorro de Belém revela a pista da “ambulaciaterapia” adotada por várias prefeituras do interior. Isso já causou uma correria descontrolada, em prol da clientela, de cada plantonista nas centenárias enfermarias e nas UTIs neonatais da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, encenou as duras cenas de pavor da novela masoquista, patrocinada por uma publicação que dá asa à discórdia e à imaginação oposicionista. A citada fundação sucumbirá desamparada por uma verba estadual que lhe foi negada, tanto na administração retrasada, quanto na passada e na atual? Oxalá não... Apesar da lambança, do desacato e do desencanto, mostrado na ilógica publicação parcial, há uma esperança, de fato, para a metódica reanimação do hospital. O critério bem atento e crítico a ser adotado não há de ter nenhum deletério intento político camuflado no casuísmo de quem, ao criticar a histórica instituição de saúde, não reconhece o heroísmo de quem sabe trabalhar sem retórica fiada e, amiúde, não se esmorece diante de uma acusação mal formulada e rude. Os trabalhadores experientes, vitimados por abusos de gestores incompetentes (que não promoveram concursos antigamente), foram penalizados judicialmente: sofreram a desgastante exoneração intempestiva, feita por uma “justiça cega, surda e muda”, diante da omissão nociva de uma facção eleita e já deposta, que nega a absurda parcela de real culpabilidade no “Deus nos acuda” da querela atual, fazendo pose de “santidade”, após doze anos de total irresponsabilidade.  

GESTORES NEGLIGENTES prejudicam trabalhadores e pacientes. A oposição tem culpa e a situação também. Os bajuladores dos antigos governos tucanos, atuais aproveitadores dos artigos pessimistas, insanos e parciais, bem como os que estão nos abrigos situacionistas, têm iguais merecimentos de críticas realistas sem clemências, porque são os repelentes causadores dos sofrimentos aos pacientes e aos trabalhadores, prejudicados pelas fatídicas e malvistas ocorrências na Santa Casa. Os puritanos dos ex e os oportunistas que dão tanta asa aos maus planos do atual (des)governo do Estado têm uma parcela de culpabilidade por terem relegado ao esquecimento o hospital que, na antiguidade, era referência nacional e, há mais de doze anos, sofre pelo tormento da má gerência governamental. Infelizmente, a politicagem do passado está no presente e tem desenhado a imagem de um Pará doente. Graças à um bocado de “trairagem”, a Fundação Santa Casa se desfaz em embargos, fez a “oposição” fazer ameaças e criar “asa” atrás de obter cargos. 

A REVISÃO DA HISTÓRIA, com uma prudência política isenta, confirmará a negligência de quem esbraveja uma crítica inquisitória com aparência benfazeja. No final da década de noventa, uma ação judicial reteve as contas da Santa Casa. A informação pode ser confirmada na crônica publicada na coluna Paulo Marcelo Braga, no Diário do Pará, em 15/05/1999, intitulada Santa Casa: a prosa rimada da conta bloqueada, que aborda o bloqueio de R$ 9.679.040,43, para quitar débitos trabalhistas da citada Fundação, determinado, por intermédio do ofício nº 5323/99, de 24/04/99, assinado pela Juíza Rossita de Nazaré Sidrin Nassar, na época, presidente em exercício do Tribunal Regional do Trabalho. Trechos esclarecedores do artigo sem sensacionalismos serão republicados para os historiadores indignados com cada amigo dos defensores dos revanchismos mal inspirados: Por que não é possível o governo do Estado arcar com as dívidas trabalhistas da Santa Casa, assim como arcou, em 1996, com as dívidas de vários municípios, ao repassar aos atuais prefeitos do interior a verba necessária para pagar o funcionalismo em atraso nas gestões municipais anteriores?(...)O governo prefere o que? Colocar as cartas na mesa, debater o tema ou deixar a SESPA ‘ordenando a despesa da Santa Casa’, como um paliativo para o problema? Insistir no erro desse ‘paliativo’ não seria um agravante? Sim ou não? Será? Quem responde? Quem garante? A ajuda à Santa Casa virá? De onde?

FATOS VERDADEIROS documentados desmascaram atos politiqueiros ultrapassados. Outras crônicas publicadas, em prosa e rima, na mesma coluna de jornal citada acima, dão as tônicas confirmadas aos descasos totais que não absolvem o ex-(des)governo retrasado da situação política que tem levado a Santa Casa à uma publicação crítica em cadeia nacional. O governo deve saber valorizar ‘a prata da casa’, suas instituições, a auto-estima, a saúde física e mental do seu povo. Então, a ajuda à Santa casa não deve nem pode mais ser adiada. O trecho supracitado é de uma matéria publicada, no dia 25/05/1999, na coluna Paulo Marcelo Braga, no Jornal Diário do Pará. O (des)governo daquela ocasião tentou absolver a deletéria e condenada situação, ao fazer uma “séria” e dissimulada  declaração de que “a bela atuação” da Secretaria de Estado de Saúde do Pará (SESPA) se responsabilizaria pela “ordenação oficial de despesa” da combalida fundação estadual. Todavia, outra informação, inserida na citada coluna, no mesmo jornal, em 01/02/1999, intitulada O preço da saúde no Estado do Pará, combateria a validade da afirmação de que a SESPA teria credibilidade para ordenar a despesa da fundação de saúde do Estado. A publicação se encrespa ao questionar aquele (des)governo desmascarado, sem obter contestação ao que foi afirmado: Porque o governo estadual não dá o apoio financeiro necessário à Fundação Santa Casa?(...)Por falta de recursos financeiros é que não é! Afinal, a Imprensa noticiou (e o secretário de saúde não retrucou) que recursos do SUS foram devolvidos, devido não terem sido utilizados como deveriam, apesar de tantas necessidades verificadas no dia-a-dia de usuários e de profissionais de saúde. Na época, tal artigo que deveria ser publicado no “Jornal Diagnóstico”, do Sindicato dos Médicos do Pará, foi vetado pela intervenção parcial de um ilógico e antigo membro da diretoria que usou um deprimente dialeto para convencer todos os diretores sindicais que seria “politicamente incorreto” desmascarar os engodos dos enganadores oficiais, assessorados pelos bajuladores profissionais, muito bem remunerados nos bastidores governamentais. As questões seguintes, formuladas de modo pertinente, como provocações, sem acintes, nem grito, serão cobradas futuramente a quem faz agito, depois esquece e/ou nega que ameaçou denunciar oficialmente a Santa Casa à ONU e à OMS, porém inexplicavelmente sossega. Aquilo fatídico, outrora criticado, melhorou ou o estilo crítico, agora coligado, já se alienou? Quem “pintou o sete” na fundação também virou “tiete da omissão?”.

ATOS INTERESSEIROS defendem desacatos politiqueiros e se vendem aos peculatos marreteiros, porém se rendem aos fatos verdadeiros. Vale ser ressaltado, a bem da verdade, ao contrário, afinal, do que foi declarado, com parcialidade, por um afoito mandatário sindical, e publicado no noticiário de “O Liberal”, no dia 03/07/2008: quem se empenhou, até o final, em manter um bom princípio que convém, de fato, ao bom fim, para revidar o desacato que deixou ruim a situação do Serviço Móvel de Urgência de Belém (SAMU), foi a Associação dos Servidores do SAMU-Belém, em união com o Sindicato de Servidores de Saúde do Município (SINDSAÚDE), e não o Sindicato dos Médicos, cuja interessada diretoria considerava ser “politicamente acertado” defender uma “empossada confraria” e não mais criticava o ex-(des)governo negligente do Estado, anteriormente tão criticado. Com relação à Santa Casa, é bom ser ouvida uma lição eficiente do passado, na voz da experiência do Dr. Hélio Franco, ex-presidente da sofrida instituição estadual, para que, no presente, surja o legado de uma gerência analítica necessária para o hospital voltar a receber a devida premiação (ao invés de acusação) internacional. Para ele, o segredo simplório, sem medo do inquisitório, é uma gestão libertária, desprovida de “interferência política partidária”. Realmente, a solução para o atual revés é uma eficiente administração, livre da influência raquítica sectária. Isso poderá gerar uma eficiência verídica e solidária, para o rebuliço se acalmar na Santa Casa, atualmente vitimada pela decadência fatídica mandatária e da falência holística orçamentária. A teoria condizente, transformada em prática, seria uma tática decente a ser bem utilizada, para conter a “confraria” inspirada nos malefícios da crítica ordinária, interessada nos benefícios da política partidária.

TRÊS CARTAS MARCADAS, expostas, no jornal “Diário do Pará”, no mês de outubro do ano de 1999, mostram as “caricatas jogadas” em torno da fundação estadual. Talvez, uma delas explicará aos observadores quem absolve as balelas e os interesses dos bastidores sobre a Santa Casa do Pará. Duas cartas foram assinadas por um doublé de médico e empresário (uma, em 05/10/1999; outra, em 07/10/1999) e uma pelo ex-presidente da Santa Casa, em 12/10/1999. O Dr. Antônio Vieira Soares Neto, tentou dar uma explicação sobre as exatas polêmicas em torno da Fundação, que tem superado a besteira do manifesto feio de cada facção, cujas erratas anêmicas dão a noção de quem tem se interessado a vida inteira pelo funesto anseio de criticar a posição governista e celebrar uma coligação oportunista. Acusado, em publicação assinada pelo ex-presidente da Santa Casa, de “não obter nenhuma vantagem solicitada” e de fazer “chantagem contra a presidência” da fundação citada, Soares, revoltado, fez uma advertência e transcreveu, no citado jornal, trechos da correspondência encaminhada à instituição sindical, lembrando que, juntamente com o sindicato dos médicos, ele havia denunciado insistentemente o “foco de malversação de recurso públicos na diretoria anterior” da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. Ele afirmou, em tom provocador: “O sindicato conseguiu uma fatia importante na divisão do Bolo do Governo do Estado, colocando entre outros os companheiros: Hélio Franco de Macedo Jr. e Rosângela Brandão Monteiro, na Direção” da referida Fundação. Soares acusou Franco de demonstrar “a vontade política de colocar, nos porões do secular imóvel, o lixo fétido do passado, bem embaixo dos seus pés, sob o suntuoso Gabinete da Presidência”. Diante de tais afirmações, quem quiser e/ou puder tire suas conclusões. Independente do que se tem dito e feito, a Santa Casa merece somente isto: respeito.

A HISTÓRIA É ANTIGA: enquanto existir compulsória briga pela coligação com o “poder” e em todo canto persistir a inquisitória intriga, quem vai perder é a população. A hipocrisia de gente obcecada por receber DAS, infelizmente faz a presepada de defender quem não merece. Isso é sério e já foi confirmado. Parece que, no presente, o mesmo critério será adotado, por quem se esquece, “de repente, não mais que de repente”, que o “poder” de um cargo comissionado jamais durará eternamente. O povo, ao ser bem informado, entenderá tudo perfeitamente e o estorvo do passado, inserido no presente, será bem desmascarado, além de vencido futuramente... Por ora, a falta de organização no atendimento médico vigora no interior, na capital, e desacata a população, com um fingimento antiético, inquisidor, oficial. Na saúde do Pará, além de faltar recursos materiais e humanos adequados, amiúde, há também um patamar de abusos incapaz de planos organizados. As sobrecargas nas instituições de saúde do município e do Estado têm algumas sagas de omissões, sem a virtude do princípio organizado. Todavia, vale ser ressaltado: a vice-governadoria do governo passado, se não fez o que deveria, teve o cuidado de fazer o que garantiria um atendimento considerado eficiente, se comparado às omissões atuais do governo presente e do retrasado. A ex-vice governadora, além de ter marcado uma presença consoladora na Fundação Santa Casa, desfez um bocado a crença perturbadora de que o governo do Estado do Pará não dava importância ao interior, já que ela foi capaz de ter aproximado uma grande distância para atenuar a dor da população interiorana, com o “Programa Presença Viva”, que teve uma atuação bacana, apesar do “chilique” do ex-coordenador Henrique Nassar, dono de uma arrogância insana, nociva, ter deixado a desejar em cada sindicância que se viu obrigado a encarar... Ações preventivas no interior do Estado têm ações positivas e isso já foi comprovado. Apesar disso, o “Programa Presença Viva” morreu por ficar submisso e foi enterrado pela trama de uma indiferença negativa que entorpeceu o (des)governo do presente, que tanto criticou no passado cada oponente derrotado.

O PRONTO-SOCORRO DE BELÉM E O DO GUAMÁ têm “patrocinado” ao Pará uma publicação tão infeliz quanto a que tem mostrado ao país uma Fundação Santa Casa combalida, sobrecarregada, a definhar, sem a atenção devida de quem poderia fazer muito e não faz nada para melhorar o problema crítico da saúde de Belém, do Pará, do Brasil, que tem um emblema bem vil e político. A Fundação Santa Casa e cada Pronto-Socorro de Belém são desrespeitados por quem “arrasa” com a verba repassada pelo SUS, sem receber o esporro que convém. Isso induz alguns prefeitos do interior do Estado e quase todos os gerentes dos postos de urgência-emergência e de consultas de Belém, a promoverem amarguras ao povo adoentado, com os engodos dos deprimentes devotos das negligências que não pagam “multas” a ninguém... Uma advertência mais rude serve para conter a negligência de maus profissionais de saúde. O egoísmo de quem quer receber, sem trabalhar com profissionalismo, deve saber que, ao sobrecarregar a aguerrida turma bacana que trabalha, leva a merecida fama de canalha...

A IMPUNIDADE POLÍTICA é responsável pelo estado de calamidade verídica do povo e de cada profissional de saúde vitimado pela “lista de estorvo governamental”, praticado por um golpista sistema corrompido e amparado pelas perversas politicagens que estão imperando por essas e por outras paragens, onde quem vem reclamando (de modo respaldado) tem ouvido: “Sabes com quem estás falando?”.  Quando a Justiça do Pará tomará providências legais contra um bando de cobiça e punirá as negligências oficiais de quem está prejudicando o Estado do Pará e o município de Belém??? Profissionais de saúde e usuários são prejudicados demais pela falta de boa virtude dos mandatários descarados.  Pacientes que fazem críticas na Imprensa contra a Santa Casa e contra os dois Hospitais de Pronto-Socorro de Belém devem entender que as negligentes políticas governamentais é que devem merecer ações cívicas e judiciais. Exceto um ou outro conhecido caso, trabalhadores das instituições públicas de saúde do interior e da capital deste Estado tratam com afeto devido as dores dos usuários. Se esses se tornarem parceiros daqueles poderá ser desmascarado o dialeto boçal e rebuscado dos impostores mandatários. Salvo raríssimas exceções verdadeiras, quem tira partido das legendas partidárias, “amicíssimas” das coligações interesseiras, têm merecido reprimendas necessárias para que a saúde pública do Pará se livre das contendas sectárias e, oxalá, seja capaz de evoluir, após vencer a peleja  contra quem só faz produzir malefícios politiqueiros, abusar da impunidade, com a rude intenção de usufruir dos benefícios financeiros, e causar calamidade à saúde da população... Enquanto isso, as imagens dos bons profissionais da Santa Casa e dos Pronto-Socorros de Belém, injustiçadas por tanto rebuliço das politicagens oficiais, são também caluniadas pelas reportagens parciais...  

Paulo Marcelo Braga
(Belém, 04/07/2008).

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