tudo se transforma.”. (Lavoisier).
(Sílvio Santos).
vai ter que abrir..”.(Fábio Jr.)
Padre Antônio Vieira, um dia, afirmou com maestria: “Olhe cada um para as suas quedas e conhecerá as suas cegueiras”. Para um jovem “vendado”, parte de tudo o que é considerado arte e/ou estudo avançado é tido como “cafonice fatídica e senil”. Qual o sentido da fanfarrice juvenil? Excluído pela vigarice política do Brasil, existem jovens, nas mais tenras idades, que se agrupam, formam gangues e insistem em promoverem brutalidades, chupam os sangues dos adversários, sem entenderem umas verdades: os “bumerangues comunitários” não os absolvem das maldades que promovem com alardes. Uma atitude agressiva é, amiúde, nociva à evolução mental, física e espiritual. A opção política educacional é a saída vitoriosa para uma vida conflituosa.
Os serviços de inteligências das polícias civil e militar não são omissos e têm influências propícias. O governo do Brasil deveria adotar a prática esportiva juvenil para evitar a o tenesmo erradio da tática repreensiva imbecil. Belém é um lugar legal e pode ser uma porta de entrada para o bem estar social. Uma “vida torta” pode ser ajeitada como se convém ajeitar... Na capital do Pará, a Aldeia Cabana há de ser “o palco de uma gostosa ceia bacana”, ou seja: de uma venturosa gincana esportiva e sócio-cultural que sirva para conter o ócio jovial. Assim, a “esquecida porta fechada” poderá ser aberta para uma “ruim vida torta” viver ajeitada e liberta.
Reviver, em Belém do Pará, as antigas e bem sucedidas “ruas de lazer” bem poderá conter as brigas indevidas e deter os perigos. Além de fazer uma versão ampliada e mais organizada dos antigos eventos esportivos nos bairros, isso será capaz de trazer o compromisso da paz almejada e promover uma educação politizada (pelas instituições estaduais e municipais, em coligações com os órgãos de comunicações locais), como boas opções sociais, para sublimações triunfais das agressões joviais. Praticar esporte pode gerar saúde, mudar a sorte da juventude e transformar gangues ativas em equipes esportivas...
Ter parceria entre o Estado e o Município pode conter as pancadarias. O jovem transviado se receber o benefício de “extravasar sua energia”, através do esporte e do lazer, sentirá, como uma magia, o revés da má sorte se desprender de sua vida. Isso lhe dará o suporte para buscar uma educação bem sucedida. Tomara que tal sugestão seja atendida, sem agouro regimental, já que não é cara para o tesouro governamental do Pará. Então, o que se almeja é que ela seja discutida e colocada em prática, sem balela, nem prosa fiada e dramática, para ser evitado o dolo anunciado por Hugo Foscolo: “Uma parte dos homens age sem pensar; a outra pensa sem agir”.
A governadora do Estado e o prefeito da capital, de forma devida e amigável, poderiam dar o “pontapé inicial de uma partida saudável”. Ambos, bem reunidos, podem livrar Belém dos dramas ocorridos, pelas ações das gangues insanas, com um evento tático de promoções de gincanas, de exercícios de leituras seletivas e de planas e puras competições esportivas entre a juventude local que no momento sádico está se atolando no açude infernal de uma peleja. Sem fingimento, de modo prático, a Igreja, as bacanas organizações ativas dos líderes comunitários, em associações com o Conselho tutelar da Infância e da Juventude, com os secretários estaduais e municipais, com as polícias civil e militar, com os poderes legislativos do Estado e do Município, podem tomar uma atitude e contar com o benefício da Imprensa para o início de uma campanha imensa em prol da saúde e do bem estar da juventude. Quem sabe a criação de um clube municipal mude ou acabe a pancadaria atual. O confronto seria, afinal, de equipes e não de gangues. O ponto, de estirpes e sem sangues, seria obtido na “jogada boa” e não “requerido na pancada à-toa”. Eis a sugestão, com o suporte das leis, para livrar um valentão da morte ou da invalidez...
Belém, 25/12/2007
