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Thu, Nov. 5th, 2009, 02:55 pm
RENOVAÇÃO SINDICAL

RENOVAÇÃO SINDICAL

DIREÇÃO DO SINDSAÚDE MUNICIPAL DEVE SUBSTITUIR A ESTADUAL

 

 

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra,

de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes

nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude ,

a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." (Rui Barbosa)

 

 

No Estado do Pará, infelizmente, 

o bom sindicalismo está decadente,

porque, com egoísmo repelente,

alguns dos falsos líderes sindicalistas,

abusam do casuismo inconsequente

e seguem os astutos passos governistas.

A executiva do SINDSAÚDE (Sindicato dos Trabalhadores

da Saúde) deixa o Sindsaúde municipal desamparado,

adota uma nociva atitude, acata o ato dos empregadores  

e nem se importa com a queixa do pessoal prejudicado.

Meia dúzia de guerreiros, do Sindsaúde do Município de Belém,

atua de forma engajada, com uma ideologia respeitável,

e, mesmo sem dinheiros, demonstra um princípio que convém

conseguindo combater a empossada hipocrisia abominável.

Enquanto quem tem toda a obrigação de fazer o repasse financeiro

não faz, quem batalha para vencer uma situação lamentável

engole o pranto e parte para a reação contra um disfarce politiqueiro.

Como se já não bastasse a dificuldade de  rebater as acusações patronais,

as lideranças do Sindsaúde de Belém, replicam as injúrias proferidas

pela inquisitória imbecilidade de quem está a fazer articulações sindicais,

sem ter as confianças dos que claudicam com as penúrias indevidas.

O Sindsaúde Municipal adquiriu credibilidade por, entre outros fatores,

 articular bons movimentos grevistas, respaldados em Assembleias,

enquanto o Sindsaúde Estadual, parece que se uniu aos empregadores, 

por só adotar alguns intentos capitalistas, despojados de boas ideias.

A Direção Executiva do Sindsaúde não atua na defesa dos trabalhadores, 

como o Sindsaúde Municipal tem atuado, com firmeza ideológica.

Então, a inativa dita cuja compactua com a malvadeza dos empregadores,

mas o quadro funcional desamparado a excluirá com certeza lógica,

na vindoura eleição para renovar o Sindicalismo no Estado do Pará.

Os trabalhadores deste Estado, precisam de uma representatividade sindical

sem a enganadora ação do proselitismo de quem tem deixado como está

o palco onde alguns “bons atores” tem atuado, com uma falsidade sem igual.

Daí a necessidade de a direção do Sindsaúde Municipal substituir a Estadual. 

 

Paulo Marcelo Braga

Belém, 17/08/2009

(06 horas e 03 minutos)

         

 

Sun, Mar. 1st, 2009, 01:03 pm
SERÁ QUE O PARÁ É UMA TERRA DE DIREITOS?



A governadora do estado costuma afirmar:

“O PARÁ É UMA TERRA DE DIREITOS”.

Será aqui provado, com que vou mostrar,

que essa tal afirmação tem defeitos.

Quem tem o direito de dizer hipocrisias

também ouvirá o pleito de frases vazias

de mentiras e repletas de verdades

contra as iras de tolas boçalidades.

 

EXISTE, LÁ EM UM GALPÃO, DA SECRETARIA DE SAÚDE DO PARÁ, 

A TRISTE COORDENAÇÃO RUDE QUE DEIXA O POVO A "DEUS DARÁ".

VIAGENS POR DEMAIS MAL PROGRAMADAS,

TRANSPORTES SEM MANUTENÇÕES,

DIÁRIAS SEMPRE ATRASADAS,

IMAGENS DE PROFISSIONAIS DESRESPEITADAS,

MERECEM AS FORTES CONTESTAÇÕES

QUE SERÃO AQUI DIVULGADAS.

 

A coordenadora Cristina Rolla

tem uma amadora sina tola.

Ele pensa que “faz e acontece”,

por ganhar mais do que merece,

para deixar as Unidades Móveis imobilizadas,

e as comunidades interioranas desamparadas.

Quando ela perder o tão irrisório cargo

vai saber que o compulsório embargo  

feito contra quem cumpre suas obrigações

e sabe cobrar os seus direitos trabalhistas,

também nunca se curvará às imposições

dos pseudo perfeitos “chefes” intimistas.

 

Sou um funcionário efetivado por concurso,

que, sem nenhum grito, critiquei a má gerência,

bem como todo o sectário e descarado abuso 

da citada e inconseqüente coordenadora,

e sofri o arbitrário rito da covarde transferência,

assinada  pela tal dirigente tão perseguidora,

que desde quando assumiu não fez bons  planos e se encrespa

com uma contestação  da classe trabalhadora,

a qual transfere para o setor de Recursos Humanos da SESPA.

Foi só isso que ela fez com funcionários

que não se curvaram às suas intimidações,

aos seus trejeitos de chiliques autoritários,

e criticaram as suas estrondosas falações.    

 

É rude a perseguição ao quadro funcional

no Pará e a imobilização da saúde estadual,

graças a esculhambação sem amparo legal

de quem exerce uma coordenação boçal,

como a da coordenadora que é a atual

responsável pela imobilidade total

das tais engessadas Unidades Móveis de Saúde,

cheia de comprovadas boçalidades e sem virtude

democrática para coordenar absolutamente nada,

devido abusar de uma inconsequente "prosa fiada"...

 

A governadora tem o direito

de fazer a indicação de quaisquer  assessores,

mas deverá dar um bom jeito

de não prejudicar a situação dos trabalhadores,

sob pena de ser acusada de fazer uma propaganda enganosa,

ao afirmar que o “Pará é uma terra de direitos”,

se entra em cena a palhaçada de uma banda espalhafatosa,

para intimidar, com uma guerra, bons pleitos...

 

A coordenadora das Unidades

Móveis de Saúde do Estado, pelo que tem feito,

é uma prova de que penalidades

rudes por aqui tem imperado, ao invés do direito... 

Com essa explicação resumida,

feita com estes versos imperfeitos,

será que alguém ainda duvida

que o Pará é uma terra sem direitos?

   

Paulo Marcelo Braga

Belém, 28/02/2009  



Este texto foi publicado nos locais
abaixo e será divulgado bem mais: 

http://recantodasletras.uol.com.br/prosapoetica/1462704

http://www.semfrescura.net/paulomarcelobraga/blog


 


Sun, Mar. 1st, 2009, 12:58 pm

DESCALABRO ADMINISTRATIVO

Sat, Aug. 30th, 2008, 01:08 am
AS CRISES NA SANTA CASA E NOS PRONTOS-SOCORROS DE BELÉM

AS CRISES NA SANTA CASA E NOS PRONTOS-SOCORROS DE BELÉM

“As coisas não são bem assim...”. (Raul Seixas).

 “Voltamos a viver como há dez anos atrás...”. (Renato Russo).

“Meu partido é um coração partido”. (Cazuza).

O PRETÉRITO IMPERFEITO da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará poderia gerar um inquérito que seria desfeito pela ação de quem atrasa a legislação, ao acatar o mérito sem efeito da publicação irresponsável que está a se refugiar sob a “túnica forense maleável”. A situação da saúde pública paraense é lamentável e está sendo vitimada, há mais de dez anos, por uma atuação que tem sido rude, rústica, circense, ou seja: um revés, promovido por alguns boçais e insanos gestores, cheios de maus adjetivos, prejudiciais aos erários do município e do Estado. Nessa peleja sem princípio, o povo adoentado anseia por receber incentivos solidários de quem está no “poder”, sem ter liderança, nem saber como proceder para vir a ser capaz de ver o estorvo (recheado da lambança de quem faz “oposições banais”) perder a esperança de fazer umas “acusações internacionais”. O atual (des)governo do Estado adotou o mau exemplo do passado e merece ser criticado para se desfazer do show de irresponsabilidade com que tem (des)governado, no templo onde vive ajoelhado, atrás de criatividade, mas não tem rezado, em prol da comunidade. Resultado: o estorvo do presente arremeda o passado e o povo doente se queda desamparado.

A INTERVENÇÃO GOVERNISTA poderá conter a ação golpista e o “poder” de uma oposição oportunista. No Pará, alguns politiqueiros saciados com as degustações das “pizzas”, que cada CPI do corporativista congresso comemora, fazem acusações parciais, esquecem que são os primeiros a deixarem os eleitores indignados e, agora, repreendem com prazer “as situações atuais da Santa Casa”. Mas, se eles não entendem nem da lista do retrocesso existente desde outrora iniciado, seria prudente devolverem os recursos que foram embora Estado. Poderá acontecer algum benefício, após o sacrifício de usuários e trabalhadores do SUS, vitimados por triviais mandatários que os tem condenado à “cruz”, se o Estado do Pará e o município de Belém combaterem juntos quem está promovendo dissimulados e repelentes insultos aos injustiçados pacientes e aos funcionários públicos municipais e estaduais. Algumas prefeituras do interior abusam demais, promovendo amarguras ao povo trabalhador, sobrecarregando os que não estão se recusando a atender quem está sofrendo, internando, na Santa Casa e nos lotados corredores dos prontos-socorros municipais, adoentados interioranos que vivem sendo maltratados por nocivas ações de insanos alcaides, por maus gestores da verba da saúde em suas respectivas cidades. As intervenções do governo do Estado nos locais em que as utilizações das verbas têm se desviado das suas funções reais em benefício da saúde pública poderia ser o início do fim de uma atitude rústica de omissos alcaides, com poses de “príncipes”, sem os compromissos de cuidarem das enfermidades dos munícipes, ao abusarem dos rebuliços das impunidades.      

A INTENÇÃO DA QUERELA deve ser bem revista. A lotação de cada pronto-socorro de Belém revela a pista da “ambulaciaterapia” adotada por várias prefeituras do interior. Isso já causou uma correria descontrolada, em prol da clientela, de cada plantonista nas centenárias enfermarias e nas UTIs neonatais da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, encenou as duras cenas de pavor da novela masoquista, patrocinada por uma publicação que dá asa à discórdia e à imaginação oposicionista. A citada fundação sucumbirá desamparada por uma verba estadual que lhe foi negada, tanto na administração retrasada, quanto na passada e na atual? Oxalá não... Apesar da lambança, do desacato e do desencanto, mostrado na ilógica publicação parcial, há uma esperança, de fato, para a metódica reanimação do hospital. O critério bem atento e crítico a ser adotado não há de ter nenhum deletério intento político camuflado no casuísmo de quem, ao criticar a histórica instituição de saúde, não reconhece o heroísmo de quem sabe trabalhar sem retórica fiada e, amiúde, não se esmorece diante de uma acusação mal formulada e rude. Os trabalhadores experientes, vitimados por abusos de gestores incompetentes (que não promoveram concursos antigamente), foram penalizados judicialmente: sofreram a desgastante exoneração intempestiva, feita por uma “justiça cega, surda e muda”, diante da omissão nociva de uma facção eleita e já deposta, que nega a absurda parcela de real culpabilidade no “Deus nos acuda” da querela atual, fazendo pose de “santidade”, após doze anos de total irresponsabilidade.  

GESTORES NEGLIGENTES prejudicam trabalhadores e pacientes. A oposição tem culpa e a situação também. Os bajuladores dos antigos governos tucanos, atuais aproveitadores dos artigos pessimistas, insanos e parciais, bem como os que estão nos abrigos situacionistas, têm iguais merecimentos de críticas realistas sem clemências, porque são os repelentes causadores dos sofrimentos aos pacientes e aos trabalhadores, prejudicados pelas fatídicas e malvistas ocorrências na Santa Casa. Os puritanos dos ex e os oportunistas que dão tanta asa aos maus planos do atual (des)governo do Estado têm uma parcela de culpabilidade por terem relegado ao esquecimento o hospital que, na antiguidade, era referência nacional e, há mais de doze anos, sofre pelo tormento da má gerência governamental. Infelizmente, a politicagem do passado está no presente e tem desenhado a imagem de um Pará doente. Graças à um bocado de “trairagem”, a Fundação Santa Casa se desfaz em embargos, fez a “oposição” fazer ameaças e criar “asa” atrás de obter cargos. 

A REVISÃO DA HISTÓRIA, com uma prudência política isenta, confirmará a negligência de quem esbraveja uma crítica inquisitória com aparência benfazeja. No final da década de noventa, uma ação judicial reteve as contas da Santa Casa. A informação pode ser confirmada na crônica publicada na coluna Paulo Marcelo Braga, no Diário do Pará, em 15/05/1999, intitulada Santa Casa: a prosa rimada da conta bloqueada, que aborda o bloqueio de R$ 9.679.040,43, para quitar débitos trabalhistas da citada Fundação, determinado, por intermédio do ofício nº 5323/99, de 24/04/99, assinado pela Juíza Rossita de Nazaré Sidrin Nassar, na época, presidente em exercício do Tribunal Regional do Trabalho. Trechos esclarecedores do artigo sem sensacionalismos serão republicados para os historiadores indignados com cada amigo dos defensores dos revanchismos mal inspirados: Por que não é possível o governo do Estado arcar com as dívidas trabalhistas da Santa Casa, assim como arcou, em 1996, com as dívidas de vários municípios, ao repassar aos atuais prefeitos do interior a verba necessária para pagar o funcionalismo em atraso nas gestões municipais anteriores?(...)O governo prefere o que? Colocar as cartas na mesa, debater o tema ou deixar a SESPA ‘ordenando a despesa da Santa Casa’, como um paliativo para o problema? Insistir no erro desse ‘paliativo’ não seria um agravante? Sim ou não? Será? Quem responde? Quem garante? A ajuda à Santa Casa virá? De onde?

FATOS VERDADEIROS documentados desmascaram atos politiqueiros ultrapassados. Outras crônicas publicadas, em prosa e rima, na mesma coluna de jornal citada acima, dão as tônicas confirmadas aos descasos totais que não absolvem o ex-(des)governo retrasado da situação política que tem levado a Santa Casa à uma publicação crítica em cadeia nacional. O governo deve saber valorizar ‘a prata da casa’, suas instituições, a auto-estima, a saúde física e mental do seu povo. Então, a ajuda à Santa casa não deve nem pode mais ser adiada. O trecho supracitado é de uma matéria publicada, no dia 25/05/1999, na coluna Paulo Marcelo Braga, no Jornal Diário do Pará. O (des)governo daquela ocasião tentou absolver a deletéria e condenada situação, ao fazer uma “séria” e dissimulada  declaração de que “a bela atuação” da Secretaria de Estado de Saúde do Pará (SESPA) se responsabilizaria pela “ordenação oficial de despesa” da combalida fundação estadual. Todavia, outra informação, inserida na citada coluna, no mesmo jornal, em 01/02/1999, intitulada O preço da saúde no Estado do Pará, combateria a validade da afirmação de que a SESPA teria credibilidade para ordenar a despesa da fundação de saúde do Estado. A publicação se encrespa ao questionar aquele (des)governo desmascarado, sem obter contestação ao que foi afirmado: Porque o governo estadual não dá o apoio financeiro necessário à Fundação Santa Casa?(...)Por falta de recursos financeiros é que não é! Afinal, a Imprensa noticiou (e o secretário de saúde não retrucou) que recursos do SUS foram devolvidos, devido não terem sido utilizados como deveriam, apesar de tantas necessidades verificadas no dia-a-dia de usuários e de profissionais de saúde. Na época, tal artigo que deveria ser publicado no “Jornal Diagnóstico”, do Sindicato dos Médicos do Pará, foi vetado pela intervenção parcial de um ilógico e antigo membro da diretoria que usou um deprimente dialeto para convencer todos os diretores sindicais que seria “politicamente incorreto” desmascarar os engodos dos enganadores oficiais, assessorados pelos bajuladores profissionais, muito bem remunerados nos bastidores governamentais. As questões seguintes, formuladas de modo pertinente, como provocações, sem acintes, nem grito, serão cobradas futuramente a quem faz agito, depois esquece e/ou nega que ameaçou denunciar oficialmente a Santa Casa à ONU e à OMS, porém inexplicavelmente sossega. Aquilo fatídico, outrora criticado, melhorou ou o estilo crítico, agora coligado, já se alienou? Quem “pintou o sete” na fundação também virou “tiete da omissão?”.

ATOS INTERESSEIROS defendem desacatos politiqueiros e se vendem aos peculatos marreteiros, porém se rendem aos fatos verdadeiros. Vale ser ressaltado, a bem da verdade, ao contrário, afinal, do que foi declarado, com parcialidade, por um afoito mandatário sindical, e publicado no noticiário de “O Liberal”, no dia 03/07/2008: quem se empenhou, até o final, em manter um bom princípio que convém, de fato, ao bom fim, para revidar o desacato que deixou ruim a situação do Serviço Móvel de Urgência de Belém (SAMU), foi a Associação dos Servidores do SAMU-Belém, em união com o Sindicato de Servidores de Saúde do Município (SINDSAÚDE), e não o Sindicato dos Médicos, cuja interessada diretoria considerava ser “politicamente acertado” defender uma “empossada confraria” e não mais criticava o ex-(des)governo negligente do Estado, anteriormente tão criticado. Com relação à Santa Casa, é bom ser ouvida uma lição eficiente do passado, na voz da experiência do Dr. Hélio Franco, ex-presidente da sofrida instituição estadual, para que, no presente, surja o legado de uma gerência analítica necessária para o hospital voltar a receber a devida premiação (ao invés de acusação) internacional. Para ele, o segredo simplório, sem medo do inquisitório, é uma gestão libertária, desprovida de “interferência política partidária”. Realmente, a solução para o atual revés é uma eficiente administração, livre da influência raquítica sectária. Isso poderá gerar uma eficiência verídica e solidária, para o rebuliço se acalmar na Santa Casa, atualmente vitimada pela decadência fatídica mandatária e da falência holística orçamentária. A teoria condizente, transformada em prática, seria uma tática decente a ser bem utilizada, para conter a “confraria” inspirada nos malefícios da crítica ordinária, interessada nos benefícios da política partidária.

TRÊS CARTAS MARCADAS, expostas, no jornal “Diário do Pará”, no mês de outubro do ano de 1999, mostram as “caricatas jogadas” em torno da fundação estadual. Talvez, uma delas explicará aos observadores quem absolve as balelas e os interesses dos bastidores sobre a Santa Casa do Pará. Duas cartas foram assinadas por um doublé de médico e empresário (uma, em 05/10/1999; outra, em 07/10/1999) e uma pelo ex-presidente da Santa Casa, em 12/10/1999. O Dr. Antônio Vieira Soares Neto, tentou dar uma explicação sobre as exatas polêmicas em torno da Fundação, que tem superado a besteira do manifesto feio de cada facção, cujas erratas anêmicas dão a noção de quem tem se interessado a vida inteira pelo funesto anseio de criticar a posição governista e celebrar uma coligação oportunista. Acusado, em publicação assinada pelo ex-presidente da Santa Casa, de “não obter nenhuma vantagem solicitada” e de fazer “chantagem contra a presidência” da fundação citada, Soares, revoltado, fez uma advertência e transcreveu, no citado jornal, trechos da correspondência encaminhada à instituição sindical, lembrando que, juntamente com o sindicato dos médicos, ele havia denunciado insistentemente o “foco de malversação de recurso públicos na diretoria anterior” da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. Ele afirmou, em tom provocador: “O sindicato conseguiu uma fatia importante na divisão do Bolo do Governo do Estado, colocando entre outros os companheiros: Hélio Franco de Macedo Jr. e Rosângela Brandão Monteiro, na Direção” da referida Fundação. Soares acusou Franco de demonstrar “a vontade política de colocar, nos porões do secular imóvel, o lixo fétido do passado, bem embaixo dos seus pés, sob o suntuoso Gabinete da Presidência”. Diante de tais afirmações, quem quiser e/ou puder tire suas conclusões. Independente do que se tem dito e feito, a Santa Casa merece somente isto: respeito.

A HISTÓRIA É ANTIGA: enquanto existir compulsória briga pela coligação com o “poder” e em todo canto persistir a inquisitória intriga, quem vai perder é a população. A hipocrisia de gente obcecada por receber DAS, infelizmente faz a presepada de defender quem não merece. Isso é sério e já foi confirmado. Parece que, no presente, o mesmo critério será adotado, por quem se esquece, “de repente, não mais que de repente”, que o “poder” de um cargo comissionado jamais durará eternamente. O povo, ao ser bem informado, entenderá tudo perfeitamente e o estorvo do passado, inserido no presente, será bem desmascarado, além de vencido futuramente... Por ora, a falta de organização no atendimento médico vigora no interior, na capital, e desacata a população, com um fingimento antiético, inquisidor, oficial. Na saúde do Pará, além de faltar recursos materiais e humanos adequados, amiúde, há também um patamar de abusos incapaz de planos organizados. As sobrecargas nas instituições de saúde do município e do Estado têm algumas sagas de omissões, sem a virtude do princípio organizado. Todavia, vale ser ressaltado: a vice-governadoria do governo passado, se não fez o que deveria, teve o cuidado de fazer o que garantiria um atendimento considerado eficiente, se comparado às omissões atuais do governo presente e do retrasado. A ex-vice governadora, além de ter marcado uma presença consoladora na Fundação Santa Casa, desfez um bocado a crença perturbadora de que o governo do Estado do Pará não dava importância ao interior, já que ela foi capaz de ter aproximado uma grande distância para atenuar a dor da população interiorana, com o “Programa Presença Viva”, que teve uma atuação bacana, apesar do “chilique” do ex-coordenador Henrique Nassar, dono de uma arrogância insana, nociva, ter deixado a desejar em cada sindicância que se viu obrigado a encarar... Ações preventivas no interior do Estado têm ações positivas e isso já foi comprovado. Apesar disso, o “Programa Presença Viva” morreu por ficar submisso e foi enterrado pela trama de uma indiferença negativa que entorpeceu o (des)governo do presente, que tanto criticou no passado cada oponente derrotado.

O PRONTO-SOCORRO DE BELÉM E O DO GUAMÁ têm “patrocinado” ao Pará uma publicação tão infeliz quanto a que tem mostrado ao país uma Fundação Santa Casa combalida, sobrecarregada, a definhar, sem a atenção devida de quem poderia fazer muito e não faz nada para melhorar o problema crítico da saúde de Belém, do Pará, do Brasil, que tem um emblema bem vil e político. A Fundação Santa Casa e cada Pronto-Socorro de Belém são desrespeitados por quem “arrasa” com a verba repassada pelo SUS, sem receber o esporro que convém. Isso induz alguns prefeitos do interior do Estado e quase todos os gerentes dos postos de urgência-emergência e de consultas de Belém, a promoverem amarguras ao povo adoentado, com os engodos dos deprimentes devotos das negligências que não pagam “multas” a ninguém... Uma advertência mais rude serve para conter a negligência de maus profissionais de saúde. O egoísmo de quem quer receber, sem trabalhar com profissionalismo, deve saber que, ao sobrecarregar a aguerrida turma bacana que trabalha, leva a merecida fama de canalha...

A IMPUNIDADE POLÍTICA é responsável pelo estado de calamidade verídica do povo e de cada profissional de saúde vitimado pela “lista de estorvo governamental”, praticado por um golpista sistema corrompido e amparado pelas perversas politicagens que estão imperando por essas e por outras paragens, onde quem vem reclamando (de modo respaldado) tem ouvido: “Sabes com quem estás falando?”.  Quando a Justiça do Pará tomará providências legais contra um bando de cobiça e punirá as negligências oficiais de quem está prejudicando o Estado do Pará e o município de Belém??? Profissionais de saúde e usuários são prejudicados demais pela falta de boa virtude dos mandatários descarados.  Pacientes que fazem críticas na Imprensa contra a Santa Casa e contra os dois Hospitais de Pronto-Socorro de Belém devem entender que as negligentes políticas governamentais é que devem merecer ações cívicas e judiciais. Exceto um ou outro conhecido caso, trabalhadores das instituições públicas de saúde do interior e da capital deste Estado tratam com afeto devido as dores dos usuários. Se esses se tornarem parceiros daqueles poderá ser desmascarado o dialeto boçal e rebuscado dos impostores mandatários. Salvo raríssimas exceções verdadeiras, quem tira partido das legendas partidárias, “amicíssimas” das coligações interesseiras, têm merecido reprimendas necessárias para que a saúde pública do Pará se livre das contendas sectárias e, oxalá, seja capaz de evoluir, após vencer a peleja  contra quem só faz produzir malefícios politiqueiros, abusar da impunidade, com a rude intenção de usufruir dos benefícios financeiros, e causar calamidade à saúde da população... Enquanto isso, as imagens dos bons profissionais da Santa Casa e dos Pronto-Socorros de Belém, injustiçadas por tanto rebuliço das politicagens oficiais, são também caluniadas pelas reportagens parciais...  

Paulo Marcelo Braga
(Belém, 04/07/2008).

Thu, Apr. 24th, 2008, 08:22 pm
SAÚDE DO PARÁ: ASSIM NÃO DÁ...

Photobucket XINGA, GORILA

XINGAMENTO

LOBO MAU 




SAÚDE DO PARÁ: ASSIM NÃO DÁ...

Enquanto a Secretaria de Saúde do Estado do Pará (SESPA)

tem doado um bando de Unidades Móveis para o interior,

lá no Almoxarifado Central, um fato está causando furor.


As doações das Unidades Móveis de Saúde do Estado
têm ações de “fraternidades”, de “puras benevolências”, com a vizinhança. Por outro lado, nenhum(a) doador(a) da SESPA abdica de imprudências, lambanças e hipocrisias contra um bocado de trabalhador em situação crítica, numas penitências, sem esperanças de melhorias, na capital. Eis um fator de erro, considerado fatal, merecedor de desterro, se levado a um tribunal: duas unidades de oftalmologia, as quais eram do programa GT UNIDADES MÓVEIS (“Presença Morta”) foram doadas para Marabá. Quem pensa e se importa em conservar os bens estaduais, haverá de saber evitar outras doações, antes que seja tarde demais. Há uma articulação patética e infeliz sendo feita para que as Unidades de Clínica Médica e de Raios X, sejam levadas de Belém para duas cidades, sendo uma delas Santarém...

COTOCO SIMIESCO



As doações das unidades oftalmológicas
, desprovidas de ações lógicas, já foram feitas para Marabá. Uma ficou estacionada numa “cooperativa” e outra permanece inativa no hospital. Por iniciativa da “coordenação estadual”, os transportes foram realizados “na calada da noite”, bem tarde, de madrugada, zuniu pela estrada, como um açoite covarde nos funcionários lotados no tal Programa GT UNIDADES MÓVEIS (“Presença Morta”) e deixou confirmado os engodos dos mandatários empolgados com a fama de “doadores”, cujas falsidades só causam descrença e revolta à todos os trabalhadores.

BRABO

PhotobucketPhotobucket

Será que nenhum deputado se manifesta? Quem há de manter o que resta do patrimônio, comprado do governo italiano, durante o “destronado império tucano”??? Os veículos foram caríssimos. Porém, alguns ridículos e “ilustríssimos” coordenadores da SESPA, abusando das vaidades, vêm bancando os “doadores” das importadas unidades que, embora avariadas, estão avaliadas em um “montão de reais”. A questão é: existem respaldos legais para que as unidades sejam doadas para outras cidades, ao invés de serem reformadas?

ÁGUA DA FONTE

A governadora sabe disso?
Se não sabia, então, fique sabendo e evite que a ação “doadora” venha se transformar num triste rebuliço. Ou será que partiu do “poder” dela a indevida determinação para “acender o pavio da querela” da referida doação? Caso seja isso mesmo, sua excelência irá se “queimar” na peleja e sofrerá a esmo, sem a clemência de quem a julgar. Nem a COSANPA, tão criticada, por manter a “tampa fechada”, terá água para apagar o “fogaréu” provocado pelo escarcéu de quem tem doado as Unidades Móveis de Saúde do Estado. Nem a propósito, enquanto a SESPA tem beneficiado o interior, no depósito de medicamentos (Almoxarifado Central) um fato vem prejudicando um trabalhador, sem complementação salarial. 
macaquinhos

O Almoxarifado Central da SESPA tem merecido somente um pequeno toque, a ser seguido de um pleno enfoque, futuramente... Existe por lá alguém que insiste em criticar covardemente quem escreve e publica, sem se tornar subserviente a quem futrica... Vem se acumulando no tal setor da SESPA várias “chefias”, uma das quais se “encrespa”, não alisa, e critica, com prosas sectárias e vazias, o trabalhador que analisa o patamar da real denúncia, antes de publicar, com minúcia, um devido fato pertinente, a fim de desmascarar a astúcia do desacato proferido covardemente... No momento, está sendo “checada” a polêmica que vigora na distribuição de medicamento que (não) há por lá... Agora, será publicada uma informação bem respaldada na saga da chefia de transportes, no almoxarifado de medicamentos, que amarga a alegoria de uma calote considerado violento.




A atual chefia de transportes, localizada no Almoxarifado Central da SESPA, está sendo exercida pelo “escravizado” funcionário Alisson, o qual não recebe a devida remuneração do Estado. O salário bom (DAS) do servidor citado, há nove meses ou mais, permanece lá com a chefia da Divisão de Serviços Gerais. É uma situação de desacato confirmado alguém exercer um cargo de direção, sem receber pelo ato. Até a chefia de transportes (quem diria?) tem a “sorte” de receber um calote, igual ao que recebeu a Empresa de Correios, razão pela qual resolveu dar uns “freios” no contrato de transporte para o Almoxarifado Central, onde a carga de medicamento transportada de São Paulo, era deixada, antes de a tal empresa ser caloteada pela SESPA, a dita cuja “doadora” das Unidades, doadas como um “favor”, para outras cidades do interior... “Eita Pará pai d’égua... Fecha a conta e passa a régua...”.


 




LINGUADA

Paulo Marcelo Braga

Belém, 22/04/2008



 




Sun, Mar. 23rd, 2008, 06:35 am
SESPA: REANIMAÇÃO DA “PRESENÇA MORTA”

"O pulso ainda pulsa”.
(Arnaldo Antunes).


“Me cansei de léro-lero.
Dá licença, mas eu vou sair do sério.
Quero mais saúde...”. (Rita Lee).


SESPA: REANIMAÇÃO
DA “PRESENÇA MORTA”



O Sindicato dos Médicos do Pará (SINDMEPA) solicitou à governadora Ana Júlia Carepa a extinção do Programa GT Unidades Móveis/SESPA, sem ação e repleto de ilegalidades, graças ao esnobe dialeto, sem atividades, de alguns burocratas da Secretaria Estadual de Saúde do Pará (SESPA), cujas inexatas burocracias, amiúde, têm deixado funcionários “a Deus dará”. A citada programação se chamava “Presença Viva”, foi internada e uma facção a deixou “morta”. Mas, ela poderá ser reanimada para fazer o que importa: atender quem precisa de atendimento verídico e conter a prosa lisa do fingimento político.

O programa GT Unidades Móveis está sem programação, sem comando, sem opção e com a fama de arbitrariedades capaz de causar insubordinação contra a lambança da (des)coordenação que não atende, nada faz e tira a esperança de quem pretende trabalhar em paz. Remunerações dos diaristas caloteadas e diárias, com prosas frias, atrasadas dão as pistas que são trilhadas pelas sectárias burocracias “imperando” daquela instituição. Os que estão no “comando” querem exigir demais o que não estão oferecendo aos funcionários, os quais permanecem sem condições adequadas de trabalho, desfazendo o desacato pelos bastidores. As articulações amadoristas estão se esquecendo de ouvir um fato: os donos dos cargos são os eleitores.

A situação financeira de cada trabalhador lotado no Programa GT Unidades Móveis é tratada com desatenção zombeteira por quem tem (des)coordenado aquele projeto de cidadania que só poderá dar certo se houver idealismo sem hipocrisia. O dialeto de quem só quer acusar de “assistencialismo” e repudia uma atividade mal aproveitada é pura prosa fiada. O programa pode dar uma excelente oportunidade para a população excluída dos municípios, sem gestão plena vir a receber a competente solidariedade de quem tem a intenção de entrar em cena para atender, trabalhar e receber o merecido respeito pelo atendimento, com prazer devido, bem feito.


Bons trabalhadores estão combatendo o que, pelos bastidores, vem ocorrendo: falta de medicações (lá, tudo “farta”, pouco tem); viaturas sem manutenções, só atuam na área metropolitana de Belém e quem está atendendo recebe amarguras ao invés de remunerações. Funcionários livres de grilhões não coadunam com a “casta puritana” da (des)coordenação que tem desacatado os valores da instituição.

A Direção Técnica da SESPA ter assinado uma Comunicação Interna determinando a substituição antiética do pagamento de diárias e plantões por “folgas”, foi uma atuação ridícula, merecedora de contestação jurídica. Em ações, funcionários não querem folgar e sim receber complementações de salários, sem imposições desgovernadas. As Unidades Móveis só têm viagens programadas, porém nunca realizadas. Enquanto isso, a Diretora Técnica da SESPA se mobiliza e tem agendas lotadas, viajando a serviço pelos municípios do interior do Estado, recebendo, sem rebuliço, diárias programadas, enquanto as dos seus subordinados permanecem atrasadas.


Será uma pena se a ação estadual não for reanimada. O Dr. Sena, membro da Diretoria Colegiada do SINDMEPA diz que a instituição sindical citada quer tirar de cena a programação e solicitou à governadora paraense nada mais que a extinção da considerada embromadora e circense atuação “assistencialista politiqueira”. Atrás da afirmação, um bocado simplista, há um fato mais complicado e verdadeiro: ao invés de ser encerrado o programa, por inteiro, deve ser reformulado, o quadro funcional valorizado, o posto de coordenação trocado, para que a populações desamparadas sejam atendidas, com profissionalismos, pela ação aprimorada, sem revanchismos.


A governadora deve fazer uma reflexão: o fato de ter sido criada pelo governo “tucano” não é razão para alguém cometer a “macaquice” de fazer a programação criticada “entrar pelo cano” da idiotice e/ou deixá-la “morta”. Ser reanimada é o bom plano que importa para levá-la de volta à estrada, agora, depressa, de onde está afastada há mais de um ano... Ora essa...





Paulo Marcelo Braga
Belém, 08/03/2008


Thu, Jan. 10th, 2008, 04:04 pm
SESPA: PRESENÇA VIVA À BEIRA DA MORTE

SESPA:
"PRESENÇA VIVA"
À BEIRA DA MORTE


“Quando acabar
o maluco sou eu...”.
(Raul Seixas).

“Essas palavras vão entrar no coração.
Eu vou sofrer as conseqüências como um cão.”.
(Renato Russo).


*O antigo programa “Presença Viva”, da Secretaria de Saúde do Estado do Pará (SESPA), batizado como “Saúde Solidária” e, em seguida “rebatizado”, com a sugestiva denominação de “GT Unidades Móveis”, ainda permanece estagnado. Porém, nem tanto, porque tem se locomovido pela periferia de Belém. O referido programa “Presença Viva”, já um bocado combalido, está à beira de um colapso fatídico, graças à nociva ação politiqueira, ao lapso político, à desatenção zombeteira de uma “comitiva” que poderia agir, todavia não tem agido, para reprimir a nociva alegoria sem sentido.

*Os trabalhadores ali lotados ainda não receberam a devida atenção de quem atua nos bastidores e são desprezados pelo alto escalão de alguns articuladores da SESPA, que não dão autonomia para alguém coordenar o programa como deveria.

*Três coordenadores (Rudivaldo, Marta e Valderez) já assumiram a função de colocar em atividade o estagnado programa. Não vai adiantar se um quarto coordenador assumir e não modificar a fama de inutilidade, gerada pelo ato embromador, pela má vontade, de quem pode resolver questões burocráticas, porém não acode quem quer fazer ações práticas.

*Rudivaldo Souza foi o primeiro coordenador a assumir a ingrata função de “arrumar a casa”, bagunçada, no governo anterior, pelo ditador Luiz Henrique Nassar, nome famoso no Setor Jurídico da SESPA, o qual, por se imaginar “poderoso”, abusou da função e responde a várias sindicâncias na instituição. De Nassar, muitos funcionários nem gostam de lembrar. Rudivaldo assumiu a peleja de cumprir a missão de “arrumar a casa”. E arrumou bem. Mas, não foi reconhecido, “cortaram-lhe a asa”, ou seja: não recebeu o apoio merecido. O quadro funcional tem lamentado a saída de Rudivaldo.Um grupo, afinal, engajado gostaria de vê-lo reempossado, por saber que ele: 1) é um líder e tem potencial capaz de reativar a ação, como reativou no passado; 2) tem a gratidão da maioria que lá tem trabalhado; 3) é uma boa opção, é um nome relembrado e, diante da situação, deveria ser convidado a retornar imediatamente ao posto de comando do qual foi injustamente exonerado.

*Marta Alexandre fez a programação entrar em plena ação. Ela coordenou atividades em Barcarena, Vigia, Muaná, em outras cidades do Pará, e na periferia de Belém. No entanto, entregou o cargo, após solicitar atenção e receber o desdém de alguma voz que só sabe cobrar atuação sem oferecer a condição que convém. Marta fez falta.

*Valderez Pena, a atual coordenadora, até agora não fez, afinal, nenhuma plena ação promissora no interior. Só na capital. Os veículos (sem manutenção) em estados críticos, evitaram que fosse realizada a ação no Marajó, que havia sido programada para o dia dez de janeiro do ano em curso. Com o revés, servidores seguem outros percursos localizados em Belém. Para muitos deles, só resta alguém contestar o revés politiqueiro, os abusos confirmados, os descasos, as ações sectárias, que têm resultado nos atrasos dos plantões e das diárias de quem ali está lotado. Eis a questão: Valderez precisa ser apoiada para não sair com a acusação de que não fez nada...

*Um método prático precisa ser adotado, por quem de direito, para que seja consertado o defeito da considerada programação falha, batizada de “Viva, GT,Solidária”, e da atrasada gratificação de quem lá trabalha. O quadro funcional vem atuando na periferia da capital (Marituba, PAAR, Ananideua, Cidade Nova), só por lá, sem a garantia oficial, sem a prova da complementação salarial que não há quem pague em dia...Sinto na pele e rimo o que não queria sentir, nem rimar. Quem repele o que afirmo tente vir a se colocar, por um dia, no lugar de quem só gostaria de trabalhar e receber, ao invés de desprezar, sem entender, o revés que estou a publicar.

*É necessário abordar a resenha do tema para que alguém solidário venha a resolver o problema. É preciso, também, ter o devido siso para abordar o que estou abordando e continuarei a cobrar, nutrido pela lei. E se alguém me acusar de ser “louco”, nem estarei me importando com os “equilibrados”. Permanecerei cobrando o “troco” em dinheiro das diárias e dos plantões atrasados, além de um pouco de condições trabalhistas para ir superando o sufoco politiqueiro das sectárias facções malquistas, temporárias e sem atuações nas pistas solidárias.

*Pronto! Era o que eu tinha a dizer, sem desconto e sem gracinha, “doa em quem doer” ... E sigo em frente... Minha rima não fica parada num abrigo inadimplente: ela caminha e se anima, porque compete, sem susto, numa empreitada contra a prosa fiada de quem promete muito e não cumpre nada...

Paulo Marcelo Braga
Belém, 10/01/2008
 



Fri, Jan. 4th, 2008, 03:21 pm
SESPA: DIÁRIAS E PLANTÕES

SESPA: DIÁRIAS E PLANTÕES




"Tô arretado com você,
tá vendo tudo e fica aí parado,
com cara de veado que viu o caxinguelê...".
(Raul Seixas).


“A minha alma está armada
e apontada para a cara do sossego.
Pois paz sem voz, não é paz é medo”.
(O Rappa).


Alguém poderia explicar o que é que há com a Secretaria de Saúde do Estado do Pará (SESPA)? Os atrasos nos pagamentos de plantões e diárias, ocorridos por lá, freqüentemente, não são casos isentos de apurações necessárias por algum setor competente. O que está havendo? O que está faltando? Falta organização ou boa vontade para que quem está devendo vá pagando? Qual a explicação, na verdade, que ninguém está publicando? A culpa seria da burocracia ou de um time rústico, crítico, mal humorado? Se o Regime Jurídico Único está sendo desacatado, sabe-se lá o que aconteceria se quem pergunta não fosse concursado...

Mesmo sendo efetivo, este trabalhador ouvirá um especulativo aviso intimidador? Eu não quero ouvir nenhum aviso, nem vou temer intimidações, só espero receber o que preciso após exercer minhas funções. Será que devo merecer fortes e ordinárias admoestações só porque me atrevo combater atrasos e cortes nas diárias e plantões? Será que alguma chefia considerará estas rimas “agressivas” aos atrasos da Secretaria ou se empenhará para conter as cismas nocivas dos descasos de uma confraria que está embromando mais do que deveria para pagar plantões e diárias em dia? Será que a Exma Sra Governadora Ana Júlia Carepa ajudará a classe trabalhadora que labuta na SESPA?

Feitas as indagações necessárias é hora de contestar os cortes e as embromações sectárias que estão ocorrendo nos repasses dos plantões e diárias. Numa viagem de (20) vinte dias, ocorrida recentemente, quem levaria na bagagem (13)treze diárias e receberia (7) sete plantões, não recebeu o prometido. O valor total foi reduzido. As diárias reduzidas para 12 (doze) e os plantões para (6) seis fotografaram o real close de uma afronta às leis.
Diárias, conforme a lei devem ser repassadas para quem viaja, como viajei, de formas antecipadas. Infelizmente, isso não ocorre.

Além do atraso, há o corte e, o que é pior, ninguém socorre a vítima do “descaso bem forte”. Segundo informações de alguns especuladores, o Setor Jurídico do Estado avalia as requisições dos valores e “corta o que é solicitado”. É difícil de acreditar que o Setor Jurídico da Secretaria de Saúde do Estado do Pará atuaria de forma ilegal e cortaria o valor legal de uma complementação salarial um trabalhador estadual. Porém, enquanto não vem a explicação, só tem a especulação.

Quanto aos tais atrasos nas diárias, não existe absolvição para quem está desacatando normas jurídicas com tanta embromação. Ciente da situação ilegal, o Secretário de Saúde estadual haverá de tomar uma atitude para evitar complicação judicial. É o que espera quem se exaspera, portanto, com tanto atraso da complementação salarial, com tanto descaso, com tanta embromação ilegal.

Nem a propósito, vale ressaltar que o Secretário Halmélio Sobral não demora a assinar uma autorização do depósito legal a fim de que as diárias sejam liberadas em tempo correto. No entanto (ao que parece) algumas facções sectárias e burocratizadas, não têm nenhum afeto por quem tanto precisa receber o necessário para se manter numa viagem em prol do bem comunitário, sem percorrer pela margem, mendigando o valor que faz jus, pelo fator prático de ir trabalhando com ardor, apesar do incapaz desacato burocrático que está imperando por lá, pela Secretaria de Saúde do Pará.

Eis o resumo das listas dos fatores deprimentes para as leis trabalhistas... Antes de passar a palavra para os setores competentes governistas, ratifico: não sou vinculado a nenhum partido político, fato que me deixou liberado para fazer meu discurso crítico contra o mencionado ato de abuso jurídico de quem tem prejudicado os trabalhadores de saúde deste Estado...


Paulo Marcelo Braga
Belém, 27/12/2007

Tue, Oct. 30th, 2007, 02:28 am
SESPA: CALOTE E DESCRIMINAÇÃO

SESPA: CALOTE E DISCRIMINAÇÃO

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Servidores das Unidades Móveis da SESPA estão sem receber diárias e plantões. Enquanto uns aceitam o fato com submissão temendo represálias, outros já se mobilizam para fazer as devidas cobranças à Diretora Técnica e ao subsecretário estadual de saúde.

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          Os funcionários das Unidades móveis da SESPA ainda não receberam as diárias referentes aos atendimentos feitos na Penitenciária de Americano, no município de Santa Isabel, há mais de duas semanas. Outro fato absurdo, que vem causando descontentamento nos referidos servidores, é o seguinte: nos atendimentos realizados no município de ANANIDEUA, não foram as computadas diárias, sob a alegação de que, pela distância, não caberia tal pagamento. 

O DIÁRIO OFICIAL Nº. 31027 de 16/10/2007, desmente tal informação, conforme trecho do referido documento transcrito abaixo:

 

PORTARIAS DE DIÁRIAS - 629 A 633

Nº DE DIÁRIAS: 1,5 (UMA E MEIA).

ORIGEM: BELÉM.

DESTINO: ANANINDEUA, BENEVIDES E MARITUBA.

OBJETIVO: SUPERVISÃO NAS UNIDADES DE SAÚDE NO REFERIDO DESTINO.


          Da primeira à última portaria são computados pagamentos de Diárias a outros servidores da SESPA, fato que caracteriza dIscriminação com os funcionários das unidades móveis. Além de não terem recebido diária de um atendimento feito há mais de duas semanas, eles não tiveram seus nomes computados para recebimento de diárias em Ananideua e, o que é mais grave, trabalharam durante os finais de semana, sob a promessa do recebimento de plantões, os quais, por ordem da Diretoria Técnica da SESPA, serão compulsoriamente revertidos em “folgas”.

          Inconformados com tal discriminação, alguns servidores estão se mobilizando para cobrar pessoalmente da Diretoria Técnica da SESPA uma explicação para tantas ocorrências prejudiciais às justas remunerações dos mesmos e providências para que a situação injusta seja revertida. Em reunião anterior com o subsecretário de saúde, ficou confirmado pagamento dos plantões nos finais de semana. Por isso, os servidores prejudicados, cobrarão, também, do subsecretário estadual de saúde o cumprimento da promessa feita por ele na citada reunião e não cumprida até o momento. O Ministério Público deverá ser acionado, caso as autoridades da SESPA não acatem as justas cobranças dos trabalhadores. 
 

Paulo Marcelo Braga

Médico CRM-PA 4531

Belém, 18/10/2007